Rodovias do Vale do Ivinhema recebem manutenção da Agesul após chuvas
O Governo de Mato Grosso do Sul, por meio da Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos), vinculada à Seilog (Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística), intensificou as ações de manutenção e conservação das rodovias do Vale do Ivinhema, ampliando as frentes de serviço em diferentes trechos da região. O objetivo é garantir segurança e trafegabilidade a quem utiliza as vias diariamente, em um período em que as chuvas aceleram o surgimento de buracos e o desgaste do pavimento.
Nas últimas semanas, receberam serviços de manutenção e conservação as rodovias MS-141, MS-480, MS-473, MS-276, MS-395, MS-134 e MS-475. O cronograma continua nas demais rodovias do Vale, com equipes atuando em diferentes pontos da malha viária regional.
Os serviços englobam o tapa-buraco, a limpeza e recuperação da faixa de domínio e a manutenção de galerias, intervenções que devolvem segurança ao deslocamento, reduzem o tempo de viagem, diminuem o desgaste dos veículos e mantêm em funcionamento o escoamento da produção e o acesso a serviços públicos na região.
Pacote de R$ 100 milhões
A ação integra o pacote de R$ 100 milhões anunciado pelo governador Eduardo Riedel. Os recursos passaram por avaliação técnica das condições das estradas e agora estão em fase de implantação na Seilog, dentro do programa Pro Reveste.
Segundo o governador, a região é um corredor estratégico, e a medida tem caráter emergencial. “É uma demanda fundamental, pois a região é corredor estratégico. Autorizei a Secretaria de Infraestrutura a alocar esses R$ 100 milhões para a gente poder fazer um trabalho emergencial, garantindo segurança e trafegabilidade naquela região. Essas ações dão uma sobrevida às rodovias, prolongam a vida útil do pavimento até o início das obras estruturantes do Crema, previstas para o primeiro semestre de 2027”, afirmou Eduardo Riedel.
Resultado imediato em estradas de capa antiga
O secretário de Infraestrutura e Logística, Guilherme Alcântara de Carvalho, explicou que as rodovias atendidas têm pavimento antigo e foram fortemente castigadas pelo volume de chuvas. De acordo com ele, o trabalho é constante e foi intensificado para manter as vias trafegáveis até a conclusão da avaliação para a execução do Pro Reveste e, depois, a chegada do Crema.
“Estamos tratando de estradas com capa antiga, que sofreram muito com o volume de chuvas. O trabalho é constante, e agora foi intensificado justamente para garantir que essas rodovias sigam trafegáveis até que a gente conclua a avaliação para fazer o Pro Reveste e, posteriormente, a chegada do Crema. É uma ação que dá resultado imediato para quem passa por ali todos os dias”, destacou.
Recuperação definitiva: modelo Crema
A solução definitiva para a malha viária já está em preparação. Com apoio do Banco Mundial, o Estado estrutura a reestruturação de cerca de 730 quilômetros de rodovias no Vale do Ivinhema pelo modelo Crema, no qual a empresa contratada fica responsável pela restauração e pela manutenção dos trechos por dez anos. As obras estruturantes estão previstas para o primeiro semestre de 2027.
Até lá, as equipes seguem em campo com as ações de manutenção, que funcionam como medida de transição para preservar as condições de tráfego na região.














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