O relatório do Gaeco sobre a Operação Gutenberg revela que investigados mencionaram vários deputados estaduais e um conselheiro do TCE. O então coordenador da Regulação da Saúde, Ed Carlo, e o advogado Gabriel Taquino falavam de parlamentares como forma de vender materiais didáticos aos prefeitos. A investigação examina um suposto esquema onde municípios comprariam materiais da Editora Avante em troca de vantagens na regulação de saúde.

Nomes citados incluem o deputado federal Dagoberto Nogueira e os estaduais Jamilson Name, Paulo Corrêa, Lídio Lopes, Mara Caseiro e Herculano Borges. As menções surgem em diálogos entre os investigados, mas não provam a participação dos políticos.

O Gaeco analisa mensagens sobre a utilização da regulação da saúde para favorecer vendas. A investigação permanece em andamento.

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