Produtores rurais afirmam que bois apreendidos pelo Ibama foram devolvidos em estado crítico após apreensão durante operação ambiental; caso gerou debate sobre responsabilidade e destino de rebanhos apreendidos Uma denúncia apresentada na Comissão de Agricultura do Senado Federal colocou sob debate a forma como bois apreendidos pelo Ibama em operações ambientais são mantidos sob custódia do poder público.

Produtores rurais relataram que mais de 150 cabeças de gado morreram após apreensão realizada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) no estado do Pará, levantando acusações de maus-tratos e falhas na gestão dos animais durante o período em que ficaram sob responsabilidade de um depositário.

O caso foi discutido em audiência pública realizada em Brasília e envolve um rebanho apreendido durante uma operação ambiental em 2025. Segundo os relatos apresentados, o destino dos animais e as condições em que foram mantidos durante a custódia geraram forte indignação entre produtores e representantes do setor agropecuário, que cobram explicações das autoridades responsáveis.

Operação ambiental resultou na apreensão de 337 animais O episódio teve origem em março de 2025, durante a chamada “Operação 8 Segundos”, conduzida pelo Ibama no município de Uruará, no Pará. A ação ocorreu em uma área apontada como reserva ambiental desmatada, onde foi encontrado um rebanho bovino mantido na propriedade.


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