O empresário e advogado Humberto Figueiró, proprietário de imóveis na Rua 14 de Julho, região onde acontece às obras do Reviva Centro, reclama da má condução das obras no local. O projeto iniciado em junho de 2018 tem como principal objetivo e revitalizar o principal quadrilátero do centro de Campo Grande.

Humberto acredita na boa intenção da Prefeitura Municipal, mas se diz insatisfeito pelo modo em que as obras estão ocorrendo. “A obra não respeitou os lojistas, e vejo o drama que eles estão passando. Acredito que o Prefeito Marquinhos Trad tenha um propósito digno, tenho certeza que o olhar dele para o cidadão é de amor e que esta fazendo isso para ajudar a população”, falou o empresário.

Para o empresário ainda houve um erro com os lojistas, que na sua visão ainda pode ser reparado pela prefeitura de Campo Grande. “Eu acho que houve um erro, e ele pode ser reparado, ainda da tempo de fazer uma isenção do IPTU para os lojistas, têm que diminuir o imposto que a prefeitura cobra, e uma anistia especial para os proprietários de imóveis da 14. Os lojistas precisam de uma reparação, por que a forma que eles foram tratados com essa obra não foi digna”, comentou.

Outro ponto apontado por Humberto é a questão da economia da região. "Não vale só o interesse de empreiteira, é necessário olhar para o lojista, falta sensibilidade por parte do prefeito, o que vemos ali são famílias desmoronando, tendo em vista que muitas tiram do comércio da região o seu próprio sustento. O essencial para mim é a revitalização econômica também z não adianta só transformar em um shopping a céu aberto", complementa.

As obras do Reviva Centro tem previsão para serem entregues em novembro deste ano, o contrato com a Engepar Engenharia, empresa responsável pelo andamento das obras, vai até março de 2020. De acordo com o arquiteto da Engepar, Amilton Cândido, as obras estão dentro do cronograma previsto e segundo ele o projeto já está 80% concluído.

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