Em meio ao crédito mais caro e restrito no sistema bancário tradicional, empresas especializadas ganham espaço ao oferecer alternativas viáveis de financiamento, combinando credibilidade, volume expressivo de operações já realizadas e condições mais competitivas para o produtor rural.

A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), anunciada ontem, de manter a taxa Selic em 15% ao ano, reforça um cenário de forte pressão sobre quem depende de financiamento no Brasil — especialmente os produtores rurais.

Com o custo do dinheiro permanecendo em patamar elevado, o acesso ao crédito rural se torna mais caro e restrito, afetando diretamente o planejamento da safra, os investimentos em tecnologia e a capacidade de manutenção da atividade no campo.

Em um momento de margens apertadas e instabilidade econômica, a manutenção dos juros básicos nesse nível amplia a preocupação do setor agropecuário, que vê o crédito rural se transformar, cada vez mais, em um obstáculo adicional à produção e ao crescimento.

Com os bancos tradicionais praticando taxas cada vez mais altas e com burocracias rígidas, muitos agricultores e pecuaristas se veem numa encruzilhada: precisam investir para manter a produtividade e competitividade, mas esbarram no custo do capital. É diante dessa dificuldade que surgem iniciativas privadas que tentam oferecer alternativas ao modelo bancário convencional.

Uma dessas iniciativas é a ConsulttAgro, empresa especializada em intermediação de crédito para o agronegócio. A ConsulttAgro já intermediou mais de R$ 700 milhões em operações de crédito rural. A empresa é liderada pelas consultoras financeiras Gabriela Rodrigues e Tainara Casagrande.


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