Na noite desta quarta-feira (2 de julho de 2025), o prefeito de Nioaque, André Guimarães, foi um dos 35 homenageados com a Comenda Coronel Pedro José Rufino na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS). A honraria, instituída pela Resolução 3/2016 e de autoria do deputado Junior Mochi (MDB), é concedida a personalidades civis, militares e eclesiásticas que se dedicam a manter viva a história e a cultura do estado, com especial foco nos heróis da Retirada da Laguna.

A solenidade, que ocorreu no plenário Júlio Maia da ALEMS, contou com a apresentação da banda do Exército Brasileiro e a declamação do poema "O Silêncio da Laguna", de autoria de José Pedro Frasão, professor e membro da Academia Sul-mato-grossense de Letras. O poema rememorou o sofrimento e a bravura dos combatentes no período pós-Guerra do Paraguai (1864-1870).

André Guimarães expressou seu orgulho ao receber a comenda, destacando o reconhecimento da importância histórica de Nioaque, município diretamente ligado à narrativa da Retirada da Laguna. Em seu discurso, o prefeito reforçou o compromisso de sua gestão com a preservação da memória regional, afirmando: "Receber esta honraria me enche de orgulho e reforça nossa responsabilidade com a história de Nioaque e de todo Mato Grosso do Sul. Nioaque foi palco de episódios decisivos durante a Guerra do Paraguai, e seguimos firmes no propósito de valorizar e transmitir esse legado às futuras gerações".

Já o empresário e produtor rural Claudio Mendonça falou sobre a importancia de Nioaque a satisfação de receber a comenda "sou nascido e criado em Nioaque, convivi ali com todos aqueles monumentos históricos, retratando essa história toda do que nós tivemos no nosso país, vejo a importância de reconhecer a história. Isso é também traçar um futuro, traçar para onde nós vamos, como vamos melhorar essa região, que o turismo que pode ser explorado, faço esse convite aos prefeitos que estão aqui, com as pessoas conhecendo e honrando quem lá atrás deu a vida para que a gente tivesse um espaço hoje pujante. É uma história triste do passado, é um momento difícil do Brasil, com o nosso vizinho Paraguai aqui, nesses 157 anos já dessa história, mas a gente tem que olhar para frente e olhar que de lá para cá a gente fez muita coisa junto para desenvolver e transformar essa região, como a Rota Bioceânica”, exemplificou.




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