MS registrou maior preços da arroba do boi gordo nesta semana, R$ 327/@
Mesmo com mercado estável em grande parte do país, a arroba do boi gordo encosta nos R$ 330 no MS; “boi-China” chega a R$ 315/@ em São Paulo, e o boi comum já beira os R$ 310/@.
O mercado do boi gordo apresentou um comportamento misto nesta quarta-feira (22/10), com estabilidade predominante na maioria das praças pecuárias, mas com altas pontuais que chamaram atenção, especialmente no Mato Grosso do Sul, onde uma arroba foi cotada a impressionantes R$ 327,05.
O dado reforça um movimento de recuperação nos preços, ainda que localizado, perante uma oferta mais restrita de animais previstos e maior competitividade nas escalas de abate. Segundo levantamento do Safras & Mercado, o MS registrou a maior cotação do país nesta quarta-feira, com a arroba do boi gordo atingindo R$ 327,05, a prazo. Esse valor, embora isolado, revela pressão altista pontual causada por escaladas apertadas em algumas plantas frigoríficas da região.
São Paulo se mantém estável, mas com valorização para o “boi-China”
Em São Paulo, o mercado segue técnico estável, com o boi comum cotado a R$ 313,62/@. Contudo, os dados da Scot Consultoria revelam uma valorização no boi destinada à exportação. O chamado “boi-China” teve alta de R$ 2/@, alcançando R$ 315/@, enquanto o boi comum subiu R$ 1/@, chegando a R$ 309/@, ambos no mercado paulista, no prazo.
Apesar da pressão dos importadores chineses devido aos estoques elevados e ao consumo interno mais fraco, o Brasil mantém sua posição como principal fornecedor de proteína bovina à China, beneficiado pela ausência dos EUA no mercado e menor oferta de concorrentes.
Outras praças: estabilidade é a regra no preço do boi gordo
O movimento de estabilidade se repete em outras regiões importantes e peculiares:
- Goiás: R$ 303,93/@
- Minas Gerais: R$ 303,82/@
- Mato Grosso: R$ 299,26/@
- Mato Grosso do Sul R$ 327,05/@
Em todas essas praças, as cotações se mantiveram inalteradas em relação ao dia anterior, refletindo escalas de abate relativamente econômicas para os frigoríficos e uma oferta ainda regular de animais prontos.















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