O mercado físico e futuro do boi gordo voltou a ter negócios realizados acima da referência média de preços, R$ 240 e R$ 245/@, respectivamente; Com o objetivo de prolongar suas escalas de abate, os frigoríficos estão elevando os valores oferecidos pelo gado. O mercado físico do boi gordo voltou a ter negócios realizados acima da referência média de preços, em praticamente todas as praças pecuárias avaliadas pelo Portal.

O mercado segue aumentando a precificação da matéria prima, com os compradores tentando garantir suas escalas de abate diante da menor oferta de gado. Do outro lado, os pecuaristas seguem cadenciando as ofertas em busca de melhores margens nas negociações, que estavam defasadas desde o início do ano. Já no mercado futuro os preços também seguem com maior ímpeto de valorização, acompanhando a pressão da oferta no cenário atual, os contratos seguiram de estáveis a mais altos no fechamento desta quarta-feira. Neste cenário, o mercado futuro segue em alta, com arroba próxima dos R$250, mas movimento deve ser acompanhado de perto. 

Segundo informações do analista da Consultoria Safras e Mercado, Fernando Henrique Iglesias, com o objetivo de prolongar suas escalas de abate, os frigoríficos estão elevando os valores oferecidos pelo gado. De acordo com Iglesias, em outubro, espera-se a entrada de animais confinados, o que poderá limitar o crescimento dos preços em toda a cadeia pecuária, alertando para a opção de garantir margens com a utilização dos contratos futuros.

Continuando na mesma toada dos primeiros dias da semana, o volume de negócios concretizados no mercado físico do boi segue crescendo de maneira cadenciada, resultado da lacuna na oferta de animais para abate e da dificuldade na “originação” de animais terminados em volumes mais expressivos.

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