Abate de fêmeas tem recorde pela primeira vês
Fenômeno inédito desde 1997 levanta alerta para o ciclo pecuário e os impactos na reposição do rebanho; abate de fêmeas supera o de machos, que registraram alta de 16% em relação ao ano anterior.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) trouxe um dado histórico que acendeu o sinal de alerta no setor pecuário: pela primeira vez desde o início da série histórica, em 1997, o número de fêmeas abatidas superou o de machos no Brasil.
O levantamento, referente ao 2º trimestre de 2025, mostra que foram abatidas 10,46 milhões de cabeças de bovinos, um crescimento de 3,9% frente ao mesmo período de 2024. Porém, o destaque ficou para a participação das fêmeas, que registraram alta de 16% no abate em relação ao ano anterior.
Recorde no abate de fêmeas
De acordo com a gerente da pesquisa, Angela Lordão, o movimento é expressivo e rompe um padrão que vinha se repetindo há quase três décadas. “O abate de fêmeas seguiu em crescimento e, apesar da sazonalidade esperada no período, atingiu o maior nível da série histórica da pesquisa, superando pela primeira vez a participação dos machos”, destacou.















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